Projeto do Instituto do Cérebro identifica transtornos de aprendizagem em estudantes
31 de julho de 20140
Um projeto que iniciou motivado pela necessidade de identificar o quanto a dislexia e a discalculia afetam o aprendizado no Brasil e como esses índices repercutem nas taxas de reprovação desses alunos, agora procura identificar os sinais precoces desses transtornos.
O Instituto do Cérebro da PUC gaúcha está à frente desse projeto de amplitude nacional, chamado Projeto ACERTA (sigla para Avaliação de Crianças Em Risco de Transtorno de Aprendizagem). O DR. Augusto Buchweitz, Coordenador de Desenvolvimento de Pesquisa em Ressonância Magnética Funcional, explica que as crianças com dislexia ou discalculia são muito criativas, pois precisam de um processo cerebral de adivinhação e compensação para aprender: “Essas crianças são inteligentes, têm as mesmas habilidades cognitivas dos seus colegas, mas têm dificuldades em desenvolver a leitura. Há um índice de reprovação acima de 80% nas escolas com essas crianças. Se elas tivessem sido diagnosticadas precocemente e a elas tivesse sido dada a condição de trabalhar a leitura de maneira diferente – com alguém lendo para elas, ou dando mais tempo, elas não precisariam ter sido reprovadas”, explica Buchweitz.
Na dislexia, a criança apresenta dificuldades para aprender a ler, apesar de ter um Q.I. normal ou até mesmo acima da média. Também é importante identificar se esse aluno teve as mesmas oportunidades de aprendizado que seus colegas. Na discalculia, o problema é entender o conceito de número, a ideia de quantidade – quanto um número é mais ou menos do que outro.
Para mais informações sobre o projeto ACERTA é preciso mandar um email para projetoacerta@gmail.com.
http://wp.clicrbs.com.br/educacaoaz/2014/07/31/projeto-do-instituto-do-cerebro-identifica-e-trata-transtornos-de-aprendizagem-em-estudantes/?topo=52,1,1,,171,77
O Instituto do Cérebro da PUC gaúcha está à frente desse projeto de amplitude nacional, chamado Projeto ACERTA (sigla para Avaliação de Crianças Em Risco de Transtorno de Aprendizagem). O DR. Augusto Buchweitz, Coordenador de Desenvolvimento de Pesquisa em Ressonância Magnética Funcional, explica que as crianças com dislexia ou discalculia são muito criativas, pois precisam de um processo cerebral de adivinhação e compensação para aprender: “Essas crianças são inteligentes, têm as mesmas habilidades cognitivas dos seus colegas, mas têm dificuldades em desenvolver a leitura. Há um índice de reprovação acima de 80% nas escolas com essas crianças. Se elas tivessem sido diagnosticadas precocemente e a elas tivesse sido dada a condição de trabalhar a leitura de maneira diferente – com alguém lendo para elas, ou dando mais tempo, elas não precisariam ter sido reprovadas”, explica Buchweitz.
Na dislexia, a criança apresenta dificuldades para aprender a ler, apesar de ter um Q.I. normal ou até mesmo acima da média. Também é importante identificar se esse aluno teve as mesmas oportunidades de aprendizado que seus colegas. Na discalculia, o problema é entender o conceito de número, a ideia de quantidade – quanto um número é mais ou menos do que outro.
Para mais informações sobre o projeto ACERTA é preciso mandar um email para projetoacerta@gmail.com.
http://wp.clicrbs.com.br/educacaoaz/2014/07/31/projeto-do-instituto-do-cerebro-identifica-e-trata-transtornos-de-aprendizagem-em-estudantes/?topo=52,1,1,,171,77
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