Para quem não enxerga ou não consegue se movimentar, equipamentos, objetos e brinquedos inclusivos possibilitam um aprendizado mais fácil
Meire Cavalcante (novaescola@fvc.org.br)
A criança chega à escola sem falar ou mexer braços e pernas. É possível ensiná-la a ler, por exemplo? Sim, e na sala regular. Para quem tem deficiência, existe a tecnologia assistiva, composta de recursos que auxiliam na comunicação, no aprendizado e nas tarefas diárias.
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Com o mesmo intuito de promover a inclusão, há brinquedos que divertem crianças com e sem deficiência. Os mostrados aqui foram feitos por alunos de Arquitetura da Universidade Federal de Santa Catarina. Já os livros táteis são do Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual, de Florianópolis. O educador da classe regular pode procurar esses materiais na sala de atendimento educacional especializado (a sala de apoio). "Nela, o professor especializado oferece recursos e serviços que promovem o acesso do aluno ao conhecimento escolar. Por isso, o diálogo entre os dois profissionais é fundamental", afirma Rosângela Machado, coordenadora de Educação Especial do município de Florianópolis. Confira alguns materiais que podem favorecer a aprendizagem da sua turma.
Matheus Levien Leal, 10 anos, está na 4a série e tem paralisia cerebral e baixa visão. Ele usa um teclado com várias lâminas, trocadas de acordo com a atividade. A de escrita, por exemplo, tem cores contrastantes e letras grandes. O equipamento é programado para ajustar o intervalo entre os toques, evitando erros causados por movimentos involuntários.
O suporte, colocado sobre o teclado, chama-se colméia. Ele impede que o estudante com dificuldade motora pressione a tecla errada.
O acionador faz a função do clique do mouse e pode ser ativado ao bater ou fechar a mão, puxar um cordão, piscar, soprar, sugar... O aparato pode ser colocado em qualquer parte do corpo do aluno. Com ele, é possível acessar livros virtuais, brincar com jogos e até digitar, usando um teclado virtual.
João Vicente Fiorentini, 10 anos, tem deficiência física e está na2a série. Por causa da dificuldade de segurar o lápis, ele usa materiais adaptados e aprende a escrever com jogos feitos de tampinhas e cartões plastificados. O material permite a João ainda relacionar cores e quantidades.
Quer saber mais?
CONTATOS
Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual, R. Ferreira Lima, 82, 88015-420, Florianópolis, SC, tel. (48) 2106-5902
Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil, Av. Elias Cirne Lima, 243, 91530-310, Porto Alegre, RS, tel. (51) 3026-4026
Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual, R. Ferreira Lima, 82, 88015-420, Florianópolis, SC, tel. (48) 2106-5902
Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil, Av. Elias Cirne Lima, 243, 91530-310, Porto Alegre, RS, tel. (51) 3026-4026
Maria do Perpetuo Monteiro - Postado em 23/08/2012 10:16:36
Sou professora de sala de AEE e quero indicações de jogos pra trabalhar com todas as deficiencias.Obrigada
Nome não registrado - Postado em 03/03/2012 15:50:49
Olá gostaria de saber se o Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual, tem algum site, porque eu estou fazendo minha monografia e o tema é relacionado a Educação especial, mais voltado para a Deficiência Visual, pois tendo um site eu teria mais opções de pesquisa. Obrigada!
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