quinta-feira, 30 de julho de 2015
quinta-feira, 23 de julho de 2015
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Temas de Redação de todas as edições do ENEM
BY OINCRIVELZE · 30 JUNHO, 2015
Veja abaixo, todos os temas já utilizados para redação do ENEM
#2000
Os direitos da criança e do adolescente foram o tema da redação do Enem no ano 2000. A proposta cobrava que o candidato se expressasse sobre como enfrentar as situações em que a infância é desrespeitada.
#2001
Em 2001, o candidato que fez Enem era convidado a refletir sobre “desenvolvimento e preservação ambiental”. A pergunta a que o candidato devia responder era: “Como conciliar os interesses em conflito?”. No decorrer do texto, a banca exigiu que o estudante mostrasse respeito aos direitos humanos.
#2002
A política foi assunto da redação de 2002 do Enem. O candidato devia escrever sobre o seguinte tema:“O direito de votar: como fazer dessa conquista um meio para promover as transformações sociais de que o Brasil necessita?”. Em 25 de janeiro de 1984, na praça da Sé, ocorria o comício das Diretas Já, movimento que pedia eleições diretas para presidente do Brasil.
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#2003
A violência na sociedade brasileira: como mudar as regras desse jogo?” Esse foi o tema da dissertação do Enem 2003. O estudante recebeu textos analíticos sobre a violência, além de números sobre os investimentos do Brasil em segurança pública.
#2004
Com trecho da Constituição Federal, análise de especialista e de entidades da sociedade civil, o candidato do Enem 2004 tinha de fazer uma dissertação discutindo como garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação
#2005
O trabalho infantil foi a proposta de redação do Enem 2005. Na época, mostrava um gráfico, o número de crianças e jovens de 5 a 17 anos que trabalhavam no país somava 5,4 milhões.
#2006
#2007
O respeito diversidade cultural foi abordado na proposta de redação do Enem 2007. O candidato era convidado a refletir sobre“o desafio de se conviver com as diferenças”.
#2008
Em 2008, a banca elaboradora do Enem deu três possibilidades de ação para preservar a floresta Amazônica. O candidato tinha de escolher uma delas e mostrar seus pontos positivos e negativos. As três possibilidades eram: suspender imediatamente o desmatamento; dar incentivo financeiros a proprietários que deixarem de desmatar; ou ainda aumentar a fiscalização e aplicar multas a quem desmatar.
#2009
“O indivíduo frente à ética nacional” foi o tema da redação do Enem 2009. O candidato deveria apresentar uma proposta de ação social, que respeitasse os direitos humanos.
#201o
Os participantes do Enem 2010 deveriam elaborar uma redação sobre o tema O Trabalho na Construção da Dignidade Humana. Foram disponibilizados dois textos de apoio: um sobre trabalho escravo e outro sobre o futuro do trabalho
#2011
Em 2011, os inscritos no Enem foram convidados a formular uma dissertação com o tema “Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado”. Havia dois trechos de textos e uma tirinha como material de apoio.
#2012
Tema da redação: Movimento imigratório para o Brasil no século XXI.
#2013
A prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 teve como tema “Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil”.
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#2014
A prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 teve como tema “Publicidade infantil em questão no Brasil”.
E 2015? Qual tema será? Prepare-se…
Fontes: http://educacao.uol.com.br/album/redacao_enem_album.htm#fotoNav=14 e G1
http://oincrivelze.com.br/tema-redacao-enem/
Bola de palavras
Olá!
Hoje tem brincadeira? Tem, sim sinhô!
Hoje tem aprendizagem? Tem, sim sinhô!
E alfabetização o que é? É pura diversão!
É com esta paródia da música “O palhaço o que é?”, que inicio este post. Afinal, quero muito que as nossas crianças vejam a aprendizagem como algo divertido. Então, olhe o que preparei!!!
É necessário:
Escrever várias palavras em uma bola grande de plástico. Para evitar borrões escreva com caneta para retro projetor (clique na imagem se quiser visualizar melhor).
Procedimento:
Leia uma palavra e jogue a bola para a criança.
Ela deverá falar a palavra que você leu, ler outra palavra e jogar a bola para você.
Então você deverá falar as palavras lidas até o momento, ler outra e jogar novamente a bola para a criança.
Assim sucessivamente até que não consigam mais lembrar todas as palavras lidas. Então é a vez de uma nova rodada.
Você percebeu que além da alfabetização estará sendo trabalhado coordenação motora, atenção,percepção e memória? Demais esta brincadeira, não é mesmo?
Eu amooo ideia simples assim. E você?
Há outras ideias de jogos para alfabetização na nossa loja. Como esta abaixo:
terça-feira, 21 de julho de 2015
Cristal, a Fadinha Desatenta: livro para crianças sobre TDAH
Dicas de livros sempre são bem úteis! Cristal, a Fadinha Desatenta é um livro de fábulas para crianças com o intuito de esclarecer, usando linguagem infantil, as características decorrentes do TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade).
Esse livro é recomendado pela Associação Brasileira do Déficit de Atenção e pode ser um excelente recurso para pais, terapeutas e professores.
As autoras encontraram uma fórmula criativa de falar às crianças sobre um problema que acontece com muita gente, o TDAH. As crianças irão se identificar facilmente com a personagem (ou irão identificar amigos ou parentes) e aprenderão algumas dicas muito simples que podem ajudar a solucionar problemas decorrentes da desatenção.
Para quem quiser procurar na livraria mais próxima ou na internet, aqui estão os dados do livro:
Cristal, a Fadinha Desatenta. Ana Paula Assis de Oliveira, Margarete Miranda Silva, Maria Cristina Passeli. Editora ArteSã
Ah, o exemplar também pode ser adquirido direto com a Associação Brasileira do Déficit de Atenção: clique aqui e veja!
Outros posts que podem te interessar:
Estamos esperando sua recomendação (escreva nos comentários abaixo ou envie email para contato@reab.me). O reab.me fica ainda melhor com a participação de vocês!!
ANA LEITE
Editora-chefe do Reab.me. Terapeuta Ocupacional (UFPE). Especialista em Tecnologia Assistiva (UNICAP). Mestre em Design e Ergonomia (UFPE). Consultora em Tecnologia para Reabilitação.
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Adultos superam crianças em consumo de medicamentos para a concentração
O TDAH, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, deixou de ser coisa de criança.
Nos EUA, os adultos ultrapassaram as crianças no consumo de medicamentos para essa condição e responderam por 53 por cento das 63 milhões de prescrições de todo o setor para medicamentos contra o TDAH no ano passado, segundo dados compilados pela Shire Plc, que produz o medicamento mais vendido, o Vyvanse. Os dados contrastam com os 39 por cento de 2007, disse a fabricante de medicamentos com sede em Dublin.
A mudança no mercado, que refuta a noção comum de que o TDAH é uma condição pediátrica, ocorreu em parte porque o transtorno persiste na vida adulta, segundo os estudos. Mais pais de crianças com TDAH -- que provoca agitação, falta de concentração e comportamento impulsivo -- também estão sendo diagnosticados em meio a uma percepção crescente de que o transtorno pode ser herdado.
"Nós adotamos mais esforços no mercado de TDAH adulto, que agora representa mais da metade do mercado geral e tem o crescimento mais elevado", disse o CEO da Shire, Flemming Ornskov, em uma teleconferência recente com analistas. "Isso está crescendo rapidamente, quase duas vezes tão rapidamente quanto o mercado como um todo".
O Vyvanse, da Shire, que está aprovado para o tratamento tanto de crianças com idade entre 6 e 17 anos quanto de adultos, dominou metade do mercado de marcas para medicamentos contra o TDAH em todo o mundo no ano passado. Os esforços da empresa para atender esse mercado crescente estão concentrados em fazer os representantes de vendas ensinarem os médicos a respeito dos resultados obtidos em testes clínicos envolvendo adultos.
As vendas do medicamento subiram 18 por cento no ano passado, para US$ 1,4 bilhão, reforçando sua posição de droga mais vendida da Shire. Ultrapassou de longe a renda obtida por seu concorrente de marca mais próximo, o Concerta, da Johnson Johnson, que vendeu US$ 599 milhões, e o Ritalina, da Novartis AG. Ambos os medicamentos perderam a proteção de patente.
Usos mais amplos
O foco nos adultos se soma aos esforços da Shire por extrair mais vendas de sua carteira de TDAH. A empresa reformulou sua droga Adderall, que tem concorrentes genéricos, transformando-a em um tratamento de liberação prolongada que dura 16 horas e planeja buscar aprovação dos reguladores dos EUA até o segundo trimestre de 2017. A Shire também conseguiu autorização para implementar um tratamento de transtorno de compulsão alimentar como um novo uso para o Vyvanse em janeiro.
Na Europa, as crianças ainda são de longe o maior segmento, respondendo por 74 por cento dos pacientes de TDAH em 2014. "É importante notar que o nível de aceitação e diagnóstico e os medicamentos disponíveis para TDAH são mais limitados na Europa do que nos EUA", disse a Shire, em um comunicado enviado por e-mail.
Isso está começando a mudar, especialmente na Escandinávia e em países como Alemanha e Espanha, segundo Ornskov. "A Suécia é um dos nossos mercados com crescimento mais acelerado, superando até mesmo as referências para os EUA", disse ele.
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2015/06/22/adultos-superam-criancas-em-consumo-de-medicamentos-para-a-concentracao.htm?cmpid=fb-uolnot
Guia de Sobrevivência para o Transtorno do Déficit de Atenção: dica de livro!
Falo como pessoa com TDAH e como leitora cansada do discurso “essa doença é apenas uma invenção para que grandes laboratórios vendam remédios” ou pior “isso é apenas uma desculpa para crianças preguiçosas que os pais não souberam educar“. No meio da dicotomia da existência ou não do TDAH ficamos nós, que temos a condição, pais e familiares perdidos e precisando de ajuda, porque por mais que eles não acreditem e questionem essas siglas, os sintomas existem e causam sérios problemas no nosso cotidiano.
Nesse contexto me deparo com o exemplar do livro enviado para o Reab.me: “GUIA DE SOBREVIVÊNCIA PARA O TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE. Fui logo correndo para ler e finalmente me surpreendi com um livro sobre o tema.
As autoras deixam essa dicotomia de lado e falam sobre o transtorno e as dificuldades cognitivas frequentemente encontradas de uma maneira leve e até divertida, com muito carinho e preocupação em levar mais conhecimento para portadores, familiares e profissionais que convivem com desafios decorrentes do TDAH. A sensação que tive durante a leitura é que estava diante delas tendo uma conversa agradável sobre um tema que limita (muito) a minha vida e recebendo orientações e ferramentas para lidar com esses problemas.
Deixando para o final o que mais me encantou no livro: os exercícios e diretrizes propostas para o leitor. Elas dão dicas de como os pais devem lidar com o filho portador de TDAH, propondo organizações de rotina e até mesmo comportamentos que os pais podem assumir para lidar melhor com o cotidiano do seu filho.
Também encontramos dicas muito legais para crianças e adolescentes, um pedacinho do livro dedicado para eles, explicando da forma mais simples possível o transtorno e propondo algumas atividades lúdicas com o objetivo de estimular as funções cognitivas. E nós adultos (para a minha alegria) não somos esquecidos e temos uma série de atividades propostas e dicas para facilitar nosso cotidiano.
Em resumo, as autoras fizeram um excelente trabalho no livro, conseguiram reunir muitas informações e propostas de atividades para um público alvo amplo e carente de livros como este. Parabéns às autoras, nós do Reab.me aprovamos e adoramos a leitura!
Agradecemos a Camila Luisi, uma das autoras, que carinhosamente enviou o livro para nossa apreciação =)
Abaixo deixamos os dados do livro para vocês, com a sinopse e o link para a loja:
Sinopse: “Ele parece estar no mundo da lua… Será que essa distração é normal? Ele é muito agitado… Será que é hiperativo? Atualmente, muitas pessoas chegam ao consultório com essas perguntas. Como saber até que ponto tais características são consideradas normais ou patológicas? Além disso, como saber se é necessário buscar tratamento? Neste livro são apresentadas orientações sobre o tema de maneira lúdica, com o objetivo de atingir o maior número possível de pessoas, em especial crianças e adolescentes que são diagnosticados com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, o famoso TDAH. O primeiro passo quando se detecta uma dificuldade é saber exatamente do que estamos falando e ter em mente que existem maneiras de reduzi-la, ou seja, tratá-la. Dessa forma, esta leitura é dirigida a todos aqueles que buscam entender melhor o TDAH, assim como treinar as funções cognitivas que muitas vezes estão descritas como deficitárias nesse quadro: a atenção e as funções executivas.”
Quer saber mais sobre o TDAH? Leia mais aqui no Reab.me:
http://www.reab.me/guia-de-sobrevivencia-para-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-dica-de-livro/
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