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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

CONHECEM O APP "PALAVRAS ESPECIAIS"?


Special words ou "Palavras especiais" pode auxiliar no processo de aprendizagem, ajudando as crianças a reconhecer palavras escritas e faladas, e incentivando desenvolvimento da fala, usando imagens e sons.

A gama de configurações permite configurar o aplicativo e ajustar como o seu filho se desenvolve, podendo iniciar com crianças a partir dos 2,5 anos....

Pessoalmente, eu adoro usar os cartões (mesmo fazendo a maior bagunça), mas não posso negar que para algumas crianças a tecnologia é uma motivação à mais.

Para quem tiver interesse, esse app está disponível em várias línguas, incluindo português!!! Deixo à baixo o link do site de vendas!

Ana Paula Veiga Cabral - Psicóloga Infantil - CRP 08/18064
Especialista em Neuropsicologia Infantil - UNICAMP
www.psicolcare.net

link do site de vendas: https://itunes.apple.com/pt/app/special-words/id451723454?mt=8

Graphogame chega a Portugal para ajudar crianças com dislexia

A versão portuguesa do jogo de vídeo finlandês foi desenvolvida pela Universidade do Minho e pelo Politécnico do Porto. O teste piloto vai decorrer no próximo ano letivo, em escolas da Invicta.


Crianças finlandesas a jogar Graphogame

O Graphogame chega este sábado a Portugal para ajudar as crianças com dislexia. O jogo de vídeo que nasceu na Finlândia foi adaptado para a realidade portuguesa pela Universidade do Minho e pelo Instituto Politécnico do Porto e vai ser testado em algumas escolas do distrito do Porto no ano-lectivo
http://observador.pt/2014/07/05/graphogame-chega-portugal-para-ajudar-criancas-com-dislexia/
O Graphogame chega este sábado a Portugal para ajudar as crianças com dislexia. O jogo de vídeo que nasceu na Finlândia foi adaptado para a realidade portuguesa pela Universidade do Minho e pelo Instituto Politécnico do Porto e vai ser testado em algumas escolas do distrito do Porto no ano-lectivo 2014/2015.
“É um treino divertido, intensivo, não cansa e não permite a frustração, pois adapta-se ao ritmo de cada um, como um tutor. A criança passa de nível pela rapidez e ao atingir pelo menos 80% de acertos”, explica Ana Sucena Santos, professora no Instituto Politécnico do Porto e membro do Centro de Investigação em Estudos da Criança da Universidade do Minho.
O objetivo do Graphogame é que a criança associe o som e respetivas letras a objectos que caem do céu, de forma gradual, até conseguir relacioná-lo a sílabas ou palavras, sem se aperceber. O jogo, que foi desenvolvido num ano, vai decorrendo em cenários que envolvem piratas, desertos ou oceanos. Se os resultados forem positivos, as investigadoras ponderam levar o Graphogame ao ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato.
Para Ana Sucena Santos, o jogo de vídeo permite uma aprendizagem mais rápida e um maior envolvimento dos pais e docentes.
O teste piloto vai incluir crianças com e sem dificuldades de leitura, mas Ana Sucena Santos recomenda que o software seja utilizado de forma contínua e regular, idealmente entre a casa e a escola. “Este projeto está concebido como um jogo e isso motiva a criança, permitindo menos tensão, uma aprendizagem mais rápida e um maior envolvimento dos pais e docentes”, afirmou a responsável.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Dicas para Professores que trabalham com Autistas

 

Miguel Higuera Cancino especialista em autismo há 30 anos, publicou seu livro “Mi hijo no habla” relatando as experiências com seu filho autista. Miguel é fonoaudiólogo com largo conhecimento sobre o espectro autista. Ele nos deixa 13 valiosas dicas aos professores que atuam com crianças autistas:
1 - Pedir às famílias um relatório dos interesses, preferências e coisas que causam desagrado a cada criança.
2 - Utilizar preferências e materiais de agrado para a criança na aula o no pátio para estabelecer um vínculo com a escola e as pessoas do ambiente escolar.
3 - Trabalhar por períodos curtos, de cinco a dez minutos, em atividades de complexidade crescente, incorporando gradativamente mais materiais, pessoas ou objetivos.
4 – Falar pouco, somente as palavras mais importantes (geralmente um autista não processa muita linguagem cada vez).
5 – Utilizar gestos simples e imagens para apoiar o que é falado e permitir a compreensão (os autistas são mais visuais que verbais).
6 – Desenvolver rotinas que a criança possa predizer ou antecipar (pela repetição e com o apoio de imagens que mostram o que vai ser feito no dia).
7 – Estimular a participação em tarefas de arrumar a sala, ajudar a entregar materiais às outras crianças, etc.
8 – Entregar objetos no canal visual. O adulto deve ter o objeto na mão diante dos olhos para que a criança possa pegar o objeto tendo o rosto do adulto dentro do seu campo de visão.
9 – Respeitar a necessidade de estar um momento sozinho, de caminhar ou dar saltos ou simplesmente perambular para se acalmar (pode ser utilizado como prêmio após uma atividade).
10 – Tentar conhecer as capacidades de cada criança para utilizá-las como entrada para as atividades de ensino (pintar, recortar, etc.).
11 – Evitem falar muito, muito alto e toda situação que envolva muito estímulo (pode ser até nocivo para a criança).
12 – Pergunte sempre como foi a tarde ou o dia anterior, a qualidade do sono ou se houver alguma alteração da rotina para se antecipar a estados emocionais de ansiedade. Em caso de ansiedade, procure utilizar elementos de interesse e preferência da criança, com menor exigência para não ter birras ou maior ansiedade.
13 – Em casos de birra, é importante ter algum conhecimento de técnicas de modificação de conduta (time out, desvio de atenção, etc.), mas a primeira dica é não se apavorar, tentar oferecer outros objetos e, no caso de não conseguir acalmar a criança, explicar à turma o que está acontecendo e desenvolver atividade com o grupo em outro lugar e dar a possibilidade da criança com TEA de se acalmar.

domingo, 18 de janeiro de 2015

Não vou crescer com os rótulos de " Burro", " " sem limites", " preguiçoso", " Mimado", " mal amado", " dopado", " maluco" e outras pérolas de preconceitos que atormentam a vida de quem tem TDAH no BRASIL.




Se eu tenho o diagnóstico CORRETO do TDAH, acesso ao tratamento e suporte pedagógico adequados, eu não vou crescer com os rótulos de " Burro", " " sem limites", " preguiçoso", " Mimado", " mal amado", " dopado", " maluco" e outras pérolas de preconceitos que atormentam a vida de quem tem TDAH no BRASIL.
CHEGA DE IGNORÂNCIA!

www.facebook.com/abdatdah
www.tdah.org.br

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

DEZ DICAS AO RELACIONAR COM UMA PESSOA COM PC (PARALISIA CEREBRAL)

1. Não trate a pessoa com PC como se ela fosse doente! Paralisia Cerebral não é doença!    Isso vale até para médicos, acredite!
    Paralisia Cerebral é uma desordem neurológica, um distúrbio do movimento e da postura causado por lesão cerebral ocorrida na gravidez ou nos primeiros meses de vida, normalmente causada por falta de oxigênio (hipoxia).
    Perguntas como “ela é doentinha?” ou “qual é o problema dela”, são antipáticas e demonstram falta de sensibilidade.
    Pense bem, antes de falar.

2. Antes de abordar uma pessoa com PC, procure saber qual é a deficiência.    Isso é importante especialmente no caso da paralisia cerebral, já que ela pode assumir várias formas.
    O que parece, pode não ser. É comum que as pessoas pensem que o tal que está numa cadeira - ou que tem limitações motoras - não entende nada do que está sendo dito e por isso se permitem fazer comentários inadequados, tais como, "Coitadinho!”, “Qual que é problema dele?”, “O que ela tem?”, “Ele nasceu assim?”, “Ela entende alguma coisa?”

3. Não ignore sua presença nem menospreze sua capacidade intelectual!
    Paralisia Cerebral não é doença mental.
     Algumas pessoas apresentam déficit cognitivo (de entendimento) associado ao quadro motor, mas o que define a paralisia cerebral é uma disfunção motora e não intelectual.
 
4. Tente descobrir o melhor meio de se comunicar com uma pessoa com PC    Muitos deles apresentam prejuízos na fala, mas isso não significa que não possam se expressar.
    Ainda que não fale, isso não quer dizer que não entende o que está sendo dito.
    Se estiver interessado, tente se comunicar e observe a expressão da pessoa que tem meios muito eficientes de comunicação: sorrisos, olhares,  acenos, gestos.
     Basta você querer e ter paciência que a conversa vai se dar.

5. Nem todo PC é cadeirante e nem todo cadeirante tem paralisia cerebral.    Algumas crianças com PC conseguem andar antes dos sete anos e outros nunca andarão. Depende da extensão da lesão, do tratamento etc.
    Se a pessoa diz que tem PC e não usa cadeira de rodas, não diga: “ah, mas nem parece”, como se a lesão fosse algo a ser estampado no rosto de alguém.
 
6. A Paralisia Cerebral não é contagiosa, portanto não perca a oportunidade de conviver e aprender com a diferença.    Ensine as crianças que estão à sua volta que o simples fato de estar numa cadeira de rodas ou ter expressões diferentes daquelas com as quais se costuma conviver, não faz de um PC um ser com o qual não é possível  brincar, conversar, se relacionar.

7. Não infantilize as pessoas com paralisia cerebral.
   Não se esqueça que na maioria das vezes a PC não acarreta comprometimento cognitivo.
   Todos crescem, amadurecem, envelhecem. A pessoa com PC não se mantém criança indefinidamente. É comum ver pessoas mal informadas sobre a deficiência quase fazendo "bilu-tetéia" com homens e mulheres de 20, 30 ou 40 anos.
8. Não olhe alguém com PC como se fosse um ser exótico.
    Estima-se que surjam de 30 mil a 40 mil novos casos de paralisia cerebral por ano no Brasil.
    Então, eles não são raridade nem bicho de sete cabeças.

9. Não tenha medo de se aproximar de alguém com uma órtese (aparelho ortopédico, bengalinha, etc.).
    Algumas pessoas com PC usam aparelhos para corrigir posturas, evitar deformidades e melhorar funções.
    Esses aparelhos não tornam seus usuários agressivos ou exóticos. Assim como algumas pessoas usam sapatos especiais, outras usam cadeira de rodas, umas usam próteses e outras usam órteses.
     Não mexa em seus aparelhos sem pedir autorização, mesmo das crianças! Se estiver curioso, converse com a pessoa.

10. Sempre vale o bom senso:  nada de piedade, mas condições iguais, companheirismo!
    Normalmente, a pessoa com PC não precisa de tantos cuidados especiais. Aliás, a maioria precisa mesmo é de boas condições de acessibilidade.
     Assim, não fique cheio de dedos em convidá-los para festas. PCs também fazem aniversário, vão ao cinema, viajam, estudam, namoram, compram e fazem tudo o mais que todo mundo faz.

Achei essas dicas no site http://www.copeb.com na seção de artigos, o autor é Jairo Marques...vale a pena dar uma lida e quem sabe até desenvolver um trabalho, espalhar por aí com efeito de informação, enfim...

RETENÇÃO DE CONTEÚDO

RETENÇÃO DE CONTEÚDO

Num mundo com tantos "distratores", bastam pequenas ações, porém eficazes, para aumentar o potencial de aprendizagem.

Indicação de leitura: A área fusiforme do cérebro e a vida em sociedade: http://sejaexcelente.com/blog/a-area-fusiforme-do-cerebro-e-a-vida-em-sociedade/

DIVERSIDADE COGNITIVA


https://www.facebook.com/NeurocienciasEmBeneficioDaEducacao?fref=photo
DIVERSIDADE COGNITIVA

Entender o funcionamento do cérebro está longe de ser a visão generalista de que existem dois hemisférios e que cada um tem funções diferentes, pois se fosse assim, Louzada (2011, p.48) menciona que “os alunos poderiam ser divididos em grupos, de acordo com o hemisfério cerebral que mais utilizam”. Falar sobre o cérebro é perceber que cada um pensa diferente, age diferente, percebe diferente. Existe uma diversidade cognitiva, ou seja, modos, velocidade, ritmos diferentes de aprendizagem.