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segunda-feira, 3 de março de 2014

ZIRALDO CRIA CARTILHA PARA EXPLICAR O AUTISMO

QUE O CARTONISTA ZIRALDO ELABOROU PARA AS ESCOLAS COM O OBJETIVO DE ESCLARECER AOS ALUNOS E PROFESSORES,
 O PASSO A PASSO DO DESENVOLVIMENTO DAS CRIANÇAS PORTADORAS DO 
ESPECTO AUTISTA.
















Extraído de: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.356904354447151.1073741840.312975248840062&type=1
http://blogmundoazul.wordpress.com/2013/11/01/cartilha-autismo-uma-realidade-do-cartunista-ziraldo/

INSTRUÇÕES PARA PAIS E PROFESSORES DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO DESENVOLVIMENTO DA COORDENAÇÃO (TDC)



Apresento à vocês, algumas sugestões que achei preciosas para crianças com dificuldades ou atraso na coordenação motora, que chamam de 
"TRANSTORNO DO DESENVOLVIMENTO DA COORDENAÇÃO (TDC)"
onde acredito, poderá ajudar bastante para acelerar, e mesmo, correção desse atraso motor.


Existem pequenas modificações que podem tornar a vida da criança com TDC mais fácil. 



O Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação (TDC) é um transtorno da habilidade motora que interfere com a habilidade da criança para desempenhar muitas das tarefas que são exigidas no dia-a-dia. Crianças com TDC formam um grupo heterogêneo. Cada uma pode apresentar variedade diferente de problemas. 

Professores e pais, que estão com a criança todos os dias, podem ser os primeiros a notar as dificuldades funcionais que a criança está apresentando. É importante que ela seja examinada pelo médico, enquanto ainda pequena, para excluir a possibilidade de outras razões médicas para o desajeitamento motor.

Crianças com TDC que não são identificadas como tal experimentam fracasso e frustração, e são, muitas vezes, percebidas como preguiçosas ou desmotivadas. Essas crianças podem desenvolver complicações secundárias, como dificuldades de aprendizagem e problemas emocionais, sociais e de comportamento. 



Aqui vão algumas idéias que podem ser úteis:


Em Casa 


1. Encoraje a criança a participar de jogos e esportes que sejam interessantes para ela e que dêem oportunidade para praticar e se expor a atividades motoras. Devem-se enfatizar atividades físicas e de divertimento, em vez de proficiência e competição. 

2. Tente introduzir a criança, individualmente, em atividades esportivas novas ou ao novo parquinho, antes de ela ter que lidar com essas mesmas atividades em situação de grupo. Tente rever as regras e rotinas relacionadas a cada atividade (ex.: regras de futebol ou do basquetebal) em um momento em que a criança não esteja concentrada nos aspectos motores. Faça perguntas simples à criança, para garantir compreensão (ex.: "O que você deve fazer para chutar a bola?").  Aulas individuais podem ser úteis em certos momentos para ensinar habilidades específicas à criança.

3. A criança pode mostrar preferência por esportes individuais (ex.: natação, corrida, bicicleta, patins) ou obter melhor desempenho neles, em vez de esportes de grupo. Se esse for o caso, então tente encorajar a criança a interagir com colegas em outras atividades nas quais ela tenha chance de obter sucesso (ex: escotismo, música, teatro, ou artes). 

4. Encoraje a criança a ir para a escola com roupas que sejam fáceis de vestir e retirar.Por exemplo: calças de elástico e camiseta de malha, calça de malha ou lycra, suéter e tênis com velcro. Quando possível, use fechos de velcro em vez de botões, fechos de pressão ou cadarços de amarrar. Ensine a criança a manejar fechos mais difíceis quando você estiver com tempo e paciência (ex.: no fim de semana, nas férias), ao invés de quando você está apressada para sair de casa.

5. Estimule a criança a participar de atividades práticas que vão ajudar a melhorar sua habilidade para planejar e organizar tarefas motoras. Por exemplo: colocar a mesa, preparar um lanche ou organizar a mochila. Faça perguntas que ajudem a criança a focar na seqüência de passos (ex: “O que você precisa fazer primeiro?”). Reconheça que, se sua criança está ficando frustrada, pode ser que seja o momento de ajudar ou de dar orientação e instruções mais específicas. 

6. Reconheça e reforce os pontos fortes da criança. Muitas crianças com TDC 
demonstram boas habilidades em outras áreas, tais como: habilidade avançada de leitura, imaginação criativa, sensibilidade para as necessidades dos outros ou habilidade de comunicação verbal elevada


Na Escola



Os professores e pais podem trabalhar juntos para garantir que a criança com  TRANSTORNO DO DESENVOLVIMENTO DA COORDENAÇÃO (TDC) obtenha sucesso na escola.


Para os pais, pode ser útil reunir-se com os professores, no início do ano escolar, para discutir as dificuldades específicas da criança e dar sugestões de estratégias que funcionaram bem.

Um plano individualizado de educação pode ser necessário para algumas crianças, entretanto, para outras, as seguintes modificações podem ser suficientes.








Na Sala de Aula:





1. Certifique-se de que a criança esteja posicionada apropriadamente na carteira para começar qualquer trabalho. Certifique-se de que os pés da criança estejam totalmente apoiados no chão; que a carteira tenha altura apropriada e que os antebraços estejam confortavelmente apoiados sobre a mesma.


2. Tente traçar metas realistas e de curto prazo. Isso vai garantir que, tanto a criança como a professora, continuem motivados.

3. Tente dar um tempo extra para que a criança complete atividades motoras finas, tais como matemática, escrita, redação, atividades práticas de ciências e trabalhos de arte. Se há necessidade de velocidade, esteja disposta a aceitar um produto de menor qualidade.

4. Quando copiar não for o objetivo, tente preparar folhas de exercício impressas ou pré-escritas para permitir que a criança foque na tarefa. Por exemplo: dê-lhe folhas com exercícios de matemática previamente preparados; páginas com perguntas já escritas, ou em exercícios de compreensão de texto, ofereça lacunas para preencher. Para estudar em casa, faça fotocópia das anotações feitas por outro aluno.

5. Introduza computador o mais cedo possível, para reduzir a quantidade de escrita à mão que é exigida em períodos mais avançados de escolaridade. Apesar de, a princípio, digitação ser difícil, essa é uma habilidade que pode ser de grande benefício e, na qual, crianças com problemas de movimento podem se tornar bastante proficientes.

6. Ensine às crianças estratégias específicas de escrita à mão, que as encorajem a escrever com letras de forma, ou cursiva, de maneira consistente. Use canetas hidrográficas finas ou seguradores de lápis, se eles parecem ajudar a criança a melhorar o padrão de preensão ou a reduzir a pressão do lápis no papel.

7. Use papel de acordo com as dificuldades de escrita da criança. Por exemplo:



a) linhas bem espaçadas para a criança que escreve com letras muito grandes;
b) papel com linha ressaltada para a criança que tem dificuldade para escrever dentro das linhas;
c) papel quadriculado para a criança cuja escrita é muito grande ou mal espaçada;



d) papel quadriculado, com quadrados grandes, para a criança que tem problemas para alinhar os números na matemática.





8. Tente focar no objetivo da lição. Se a meta é uma história criativa, então ignore a escrita bagunçada, mal espaçada ou as várias apagações. Se a meta é que a criança aprenda a formar um problema de matemática corretamente, então dê tempo para que isso seja feito, mesmo que o problema de matemática acabe não sendo resolvido.





9. Considere a possibilidade de a criança usar métodos alternativos de apresentação para demonstrar compreensão ou domínio do assunto. Por exemplo: a criança pode apresentar o relatório oralmente; pode usar desenhos para ilustrar suas idéias; digitar a redação ou o relatório no computador; gravar a história ou o exame no gravador.




10. Considere a possibilidade de permitir que a criança use o computador para fazer o rascunho ou a cópia final de relatório, da redação ou outros deveres. Se a professora quiser ver o produto antes.
11. Quando possível, permita que a criança dite redações, relatórios de livros ou respostas a perguntas de compreensão para a professora, para um voluntário ou para outra criança. Para crianças mais velhas, pode-se introduzir software para o reconhecimento de voz assim que o padrão de voz da criança estiver maduro o suficiente para ser consistente.

12. Dê tempo adicional, ou acesso a computador, em provas e exames que requeiram muita escrita.










Na Educação Física:









1. Divida a atividade em partes menores, mas assegure-se de que cada parte tenha sentido e seja possível de ser executada.





2. Tente selecionar atividades que assegurem sucesso para a criança em pelo menos 50% do tempo. Recompense o esforço e não a habilidade.





3. Tente incorporar atividades que requeiram resposta coordenada dos braços e/ou pernas (ex.: pular corda, repicar e agarrar uma bola grande). Encoraje também acriança para que desenvolva habilidade de usar as mãos no padrão de mão “dominante” e mão “ajudante” (ex.: segurando a bola de tênis com uma mão para acertá-la com a raquete na outra mão).




4. Mantenha o ambiente o mais previsível possível quando for ensinar uma habilidade nova (ex.: atirar a bola na altura exata das mãos da criança, iniciar chutando com a bola parada). Introduza mudanças gradualmente, e depois que cada parte tenha sido dominada.
5. Faça com que a participação seja o maior objetivo e não a competição. Por meio de preparo físico e de atividades que construam as habilidades, encoraje as crianças a competir consigo mesmas e não com os outros.

6. Permita que a criança assuma papéis de liderança nas atividades de educação física(ex.: capitão de equipe, árbitro). A criança pode desenvolver habilidades de organização e direção, que também são úteis.

7. Modifique o equipamento para reduzir o estresse e o risco de lesões em crianças que estão aprendendo uma habilidade nova. Por exemplo, bolas mais leves, de espuma e borracha com tamanhos graduados, ou balões, podem ser usados para desenvolver habilidade de agarrar e arremessar.

8. Quando possível, guie passo-a-passo para ajudar a criança a ter a noção do movimento. Isso pode ser feito, por exemplo, pedindo à criança que ajude o professor a demonstrar uma habilidade nova à turma. Além disso, falar alto quando estiver ensinando uma nova habilidade, descrevendo cada passo claramente.

9. Foque na compreensão do objetivo e das regras dos vários esportes e atividades físicas. Quando a criança entende claramente o que ela precisa fazer, fica mais fácil planejar o movimento.

10. Faça comentários encorajadores e positivos sempre que possível. Se estiver dando instruções, descreva as mudanças nos movimentos de maneira específica (ex.: “Você precisa levantar seus braços mais alto.”).










Fonte: Cheryl Missiuna, Ph.D., O.T. Reg. (Ont.)

Como ensinar Disléxicos?

O que são os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD)?

Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são distúrbios nas interações sociais recíprocas que costumam manifestar-se nos primeiros cinco anos de vida. Caracterizam-se pelos padrões de comunicação estereotipados e repetitivos, assim como pelo estreitamento nos interesses e nas atividades.
Os TGD englobam os diferentes transtornos do espectro autista, as psicoses infantis, a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Kanner e a Síndrome de Rett.
Com relação à interação social, crianças com TGD apresentam dificuldades em iniciar e manter uma conversa. Algumas evitam o contato visual e demonstram aversão ao toque do outro, mantendo-se isoladas. Podem estabelecer contato por meio de comportamentos não-verbais e, ao brincar, preferem ater-se a objetos no lugar de movimentar-se junto das demais crianças. Ações repetitivas são bastante comuns.
Os Transtornos Globais do Desenvolvimento também causam variações na atenção, na concentração e, eventualmente, na coordenação motora. Mudanças de humor sem causa aparente e acessos de agressividade são comuns em alguns casos. As crianças apresentam seus interesses de maneira diferenciada e podem fixar sua atenção em uma só atividade, como observar determinados objetos, por exemplo.
Com relação à comunicação verbal, essas crianças podem repetir as falas dos outros - fenômeno conhecido como ecolalia - ou, ainda, comunicar-se por meio de gestos ou com uma entonação mecânica, fazendo uso de jargões.
Como lidar com o TGD na escola?Crianças com transtornos de desenvolvimento apresentam diferenças e merecem atenção com relação às áreas de interação social, comunicação e comportamento. Na escola, mesmo com tempos diferentes de aprendizagem, esses alunos devem ser incluídos em classes com os pares da mesma faixa etária.
Estabelecer rotinas em grupo e ajudar o aluno a incorporar regras de convívio social são atitudes de extrema importância para garantir o desenvolvimento na escola. Boa parte dessas crianças precisa de ajuda na aprendizagem da autorregulação.
Apresentar as atividades do currículo visualmente é outra ação que ajuda no processo de aprendizagem desses alunos. Faça ajustes nas atividades sempre que necessário e conte com a ajuda do profissional responsável pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE). Também cabe ao professor identificar as potências dos alunos. Invista em ações positivas, estimule a autonomia e faça o possível para conquistar a confiança da criança. Os alunos com TGD costumam procurar pessoas que sirvam como 'porto seguro' e encontrar essas pessoas na escola é fundamental para o desenvolvimento.
 http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/transtornos-globais-desenvolvimento-tgd-624845.shtml

domingo, 2 de março de 2014

O que é Ansiedade?


O que é Ansiedade?
O termo "ansiedade" tem várias definições nos dicionários não técnicos: aflição, angústia, perturbação do espírito causada pela incerteza, relação com qualquer contexto de perigo, entre outros.

Levando-se em conta o aspecto técnico, devemos entender ansiedade como um fenômeno que ora nos beneficia, ora nos prejudica, dependendo das circunstâncias ou intensidade, e que tornar-se... patológico, isto é, prejudicial ao nosso funcionamento psíquico (mental) e somático (corporal).

A ansiedade estimula o indivíduo a entrar em ação, porém, em excesso, faz exatamente o contrário, impedindo reações.

Causas
Os transtornos de ansiedade são doenças relacionadas ao funcionamento do corpo e às experiências de vida.

A pessoa pode se sentir ansiosa a maior parte do tempo sem nenhuma razão aparente ou pode ter ansiedade apenas às vezes, mas tão intensamente que se sentirá imobilizada. A sensação de ansiedade pode ser tão desconfortável que, para evitá-la, as pessoas deixam de fazer coisas simples (como usar o elevador) por causa do desconforto que sentem.

Sintomas de Ansiedade
Os transtornos da ansiedade têm sintomas muito mais intensos do que aquela ansiedade normal do dia a dia. Eles aparecem como:

Preocupações, tensões ou medos exagerados (a pessoa não consegue relaxar)
Sensação contínua de que um desastre ou algo muito ruim vai acontecer
Preocupações exageradas com saúde, dinheiro, família ou trabalho
Medo extremo de algum objeto ou situação em particular
Medo exagerado de ser humilhado publicamente
Falta de controle sobre pensamentos, imagens ou atitudes, que se repetem independentemente da vontade
Pavor depois de uma situação muito difícil.

Tratamento de Ansiedade
Existem três tipos de tratamento para os transtornos de ansiedade:

Medicamentos (sempre com acompanhamento e receita médica)
Psicoterapia com psicólogo ou médico psiquiatra
Combinação dos dois tratamentos (medicamentos e psicoterapia).
A maior parte das pessoas com ansiedade começa a se sentir melhor e retoma as suas atividades depois de algumas semanas de tratamento. Por isso, é importante procurar ajuda especializada na unidade de saúde mais próxima. O diagnóstico precoce e preciso da ansiedade, o tratamento eficaz e o acompanhamento por um prazo longo são imprescindíveis para obter melhores resultados e menores prejuízos.


http://www.minhavida.com.br/saude/temas/ansiedade

Como identificar TDAH


https://www.facebook.com/pages/Espa%C3%A7o-Psique/455055977911361

PROBLEMAS FAMILIARES DURANTE A INFÂNCIA PODEM AFETAR O DESENVOLVIMENTO DO CÉREBRO


Uma pesquisa revelou que a exposição a problemas familiares durante a infância e início da adolescência afeta o desenvolvimento do cérebro, o que pode levar a futuros problemas de saúde mental.

Liderado pelo psicólogo Nicholas Walsh, o estudo utilizou a tecnologia de imagens cerebrais para escanear os adolescentes com idades entre 17 e 19 anos. Constatou-se que aqueles que experimentaram leve a... moderada dificuldades familiares entre o nascimento e os 11 anos de idade tinham desenvolvido um cerebelo menor — área do cérebro associada ao aprendizado de habilidades, regulação do estresse e controle sensorial e motor.

Os pesquisadores também sugerem que um cerebelo menor pode ser um indicador de risco de doença psiquiátrica no futuro.

O objetivo foi determinar o impacto, em adolescentes então saudáveis, da exposição a formas mais comuns, mas relativamente crônicas, de problemas no núcleo familiar. Estes incluiriam tensão entre os membros da família, abuso físico ou emocional, a falta de afeto ou comunicação entre os parentes, e os eventos que tiveram um impacto prático na vida familiar diária e poderiam ter resultado em problemas de saúde, de convivência ou escolares.

De acordo com Walsh, os resultados são importantes porque a exposição a adversidades na infância e na adolescência é o maior fator de risco para o desenvolvimento de uma doença psiquiátrica no futuro. Além disso, essas patologias são um enorme problema de saúde pública e a principal causa de incapacidade e deficiência das pessoas no mundo.

— Conseguimos mostrar que a exposição a dificuldades familiares, mesmo leve e moderada, pode afetar o cérebro em desenvolvimento. A redução da exposição a ambientes sociais adversos no início da vida pode aumentar o desenvolvimento cerebral e reduzir os riscos de saúde mentais na vida adulta — acrescenta o psicólogo.

A pesquisa analisou 58 adolescentes e seus pais foram convidados a recordar eventos negativos que seus filhos haviam experimentado entre o nascimento e até os 11 anos de idade.

— Sabemos que os fatores de risco psiquiátricos não ocorrem de forma isolada, mas agrupados. Usando uma nova técnica, mostramos como o agrupamento geral de adversidades afeta o desenvolvimento do cérebro— esclarece o cientista.

Os pesquisadores também descobriram que aqueles que as crianças que tinham experimentado problemas familiares eram mais propensas a ter uma doença psiquiátrica diagnosticada, tinham um dos pais com distúrbio de saúde mental e percepções negativas de como sua família funcionava.

Página fonte da reportagem: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2014/02/problemas-familiares-durante-a-infancia-podem-afetar-desenvolvimento-do-cerebro-4425655.html
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